Apêndice C — Glossário
Termos técnicos usados nos capítulos desta parte, em ordem alfabética. As definições são curtas e resumem as dos capítulos; a coluna “Onde aparece” leva à seção em que o termo é discutido com as fontes. Siglas de normas e ferramentas trazem a referência principal.
| Termo | Definição | Onde aparece |
|---|---|---|
| a1, a2, b1, b2 | Tipologia de estudos do material didático que cruza objetivo (interpretar ou descrever, a; testar ou explicar, b) e natureza dos dados (qualitativa, 1; quantitativa, 2); define o bloco do codebook e a ferramenta de risco de viés (Schaefer 2026b) | Seção 7.1; Seção 6.1 |
| AMSTAR 2 | Instrumento de avaliação crítica de revisões sistemáticas, usado quando revisões são o objeto de uma revisão de revisões (Shea et al. 2017) | Seção 6.3 |
| Aprendizado ativo (active learning) | Triagem priorizada em que o classificador reaprende a cada rótulo humano e reordena os registros restantes até um critério de parada (Schoot et al. 2021) | Seção 5.7; Seção 12.4 |
| Árbitro cego | Modelo de terceiro provedor que decide conflitos entre dois modelos vendo só “Revisor A” e “Revisor B”, sem o nome dos modelos; sua regra também precisa ser validada | Seção 12.7 |
| Autopiloto | Modo da skill que para só nos portões G1 e G2 e transforma as demais validações humanas em pendências, marcando os produtos como rascunho não validado | Seção D.5 |
| Bola de neve (busca por citações) | Busca para trás, nas referências dos incluídos, e para frente, nos trabalhos que os citam; os achados são triados com os mesmos critérios e entram no ramo “outros métodos” do fluxograma (Hirt et al. 2024) | Seção 4.5 |
| Caixa de ferramentas | Produto final da revisão no formato OQF: por família de intervenção e construto de desfecho, rótulos de efeito, escala, força e implementação, e enunciados sobre mecanismo, moderador, percepção e custo (Schaefer et al. 2025) | Seção 9.4 |
| Calibração (QCA) | Atribuição de graus de pertencimento a conjuntos a partir de âncoras externas e justificadas (pertença plena, ponto de indiferença, não pertença), nunca por mediana ou normalização automática; é juízo humano (Wagemann e Schneider 2007; Sampaio e Paula 2024) | Seção 9.2; Seção 10.3 |
| CCA (corrected covered area) | Medida da sobreposição de estudos primários entre revisões numa revisão de revisões: \((N - r)/(rc - r)\) | Seção 1.1 |
| CERQual (GRADE-CERQual) | Abordagem para julgar a confiança em cada achado de síntese qualitativa por limitações metodológicas, coerência, adequação dos dados e relevância, em alta, moderada, baixa ou muito baixa (Lewin et al. 2018) | Seção 10.2 |
| CHE + RVE | Modelo de trabalho de efeitos correlacionados e hierárquicos, combinado com variância robusta por cluster (correção CR2 e graus de liberdade de Satterthwaite), para vários efeitos por estudo (Pustejovsky e Tipton 2022, 2018) | Seção 8.2 |
| CMMO | Framework do material didático com Contexto, Mecanismo(s), Moderador(es) e Outcome; trata das “causas dos efeitos” e orienta a extração na revisão mista (Schaefer 2026a) | Seção 2.1 |
| CMOC | Configuração contexto-mecanismo-desfecho da revisão realista: em contexto C, o recurso da política ativa o raciocínio M, que produz o resultado O (Wong et al. 2013) | Seção 9.2; Seção 9.4 |
| Codebook v0 | Primeira versão do formulário de extração, anexada ao protocolo, pilotada e versionada; mudanças posteriores geram nova versão | Seção 3.2; Seção 7.1 |
| Contagem de votos por direção | Classificação de cada efeito como benefício ou dano só pelo sinal da estimativa pontual, testada contra 0,5 pelo teste de sinal; diferente da contagem por significância, que não é método aceitável (McKenzie e Brennan 2024) | Seção 8.2 |
| DAG (grafo acíclico dirigido) | Diagrama causal com nós e setas sem ciclos, usado para explicitar tratamento, desfecho, mediadores, confundidores, colisores e incentivos perversos da teoria do programa | Seção 2.2 |
| Deduplicação | Fusão de registros do mesmo relato vindos de fontes diferentes, por regras auditáveis; não se confunde com a ligação de relatos do mesmo estudo | Seção 5.1 |
| δ (menor efeito de interesse) | Margem fixada no protocolo abaixo da qual um efeito é considerado irrelevante; necessária para rotular um efeito como nulo | Seção 3.2; Seção 9.4 |
| Direção desejada | Sentido benéfico de cada desfecho (aumento ou redução), declarado no protocolo antes da extração; a direção do efeito é registrada pela estimativa pontual em relação a ele | Seção 2.1; Seção 7.4 |
| Elusão | Proporção de incluídos numa amostra aleatória dos registros excluídos por uma ferramenta; estima quantos estudos elegíveis se perderam | Seção 12.5 |
| EMMIE | Escala de evidência para prevenção do crime que pede informação sobre efeito, mecanismo, moderador, implementação e custo econômico; inspira as linhas da caixa de ferramentas (Johnson et al. 2015) | Seção 9.4 |
| Estimando (ATE, ATT, ITT, LATE) | Quantidade causal que um desenho estima: efeito médio na população (ATE), nos tratados (ATT), da oferta da política (ITT) ou local nos que cumprem a designação (LATE); estimandos diferentes não são intercambiáveis (Castro et al. 2024) | Seção 7.3 |
| Estratégia de identificação | Conjunto de hipóteses que dá interpretação causal a uma estimativa, como randomização, descontinuidade, instrumento ou tendências paralelas (Keele 2015) | Seção 7.3 |
| Estudo, relato e registro | Registro é a entrada de uma base; relato é o documento (artigo, tese, relatório); estudo é a investigação, que pode ter vários relatos. A unidade da revisão é o estudo (Lefebvre et al. 2025) | Seção 5.1 |
| Estudos-âncora | Conjunto de estudos sabidamente elegíveis, montado sem usar as strings, para medir o recall relativo da busca | Seção 4.2 |
| EtD (Evidence to Decision) | Marco que leva a evidência à decisão por critérios como benefícios e danos, certeza, recursos, equidade, aceitabilidade e viabilidade (Moberg et al. 2018) | Seção 10.4 |
| Forest plot | Gráfico com a estimativa e o intervalo de cada estudo e, quando há meta-análise, a estimativa combinada | Seção 8.2 |
| Funil formal | Sequência de filtros da proposta OQF (duplicatas, ano, idioma, tipo, dicionários de método e tema); nesta base, os filtros etiquetam e ordenam e só excluem com previsão no protocolo e validação | Seção 5.1 |
| Funil (funnel plot), Egger e PET-PEESE | Ferramentas para examinar small-study effects (tendência de estudos pequenos darem efeitos diferentes); só com k ≥ 10 e nunca como diagnóstico de viés de publicação (Page et al. 2024) | Seção 8.2 |
| g de Hedges | Diferença padronizada de médias com correção para amostras pequenas (d multiplicado por J) | Seção 7.4 |
| GRADE | Sistema para julgar a certeza de um corpo de evidência sobre um desfecho em quatro níveis (alta, moderada, baixa, muito baixa), a partir do desenho e dos domínios de rebaixamento e elevação (Balshem et al. 2011) | Seção 10.1 |
| Harmonização | Conversão das exportações de bases diferentes para um esquema unificado de colunas, mapeadas por nome, com o valor original preservado | Seção 5.2 |
| Heterogeneidade (Q, τ², I²) | Variação dos efeitos verdadeiros entre estudos: Q testa sua presença, τ² estima sua variância na escala do efeito e I² é a parcela da variabilidade observada que não se deve ao acaso | Seção 8.2 |
| Hierarquia de evidências | Ordenação de desenhos por validade interna para perguntas de efetividade; serve como critério de elegibilidade e descritor, não como medida de risco de viés | Seção 6.2 |
| HKSJ (Hartung-Knapp-Sidik-Jonkman) | Ajuste do intervalo de confiança da média na meta-análise de efeitos aleatórios que incorpora a incerteza na estimativa de τ²; usado na versão modificada (Röver et al. 2015) | Seção 8.2 |
| ICEMAN | Instrumento para avaliar a credibilidade de análises de modificação de efeito (subgrupos e meta-regressão) (Schandelmaier et al. 2020) | Seção 10.1 |
| Indireção | Domínio do GRADE que rebaixa a certeza quando população, intervenção, comparador, desfecho ou contexto dos estudos diferem da pergunta; nesta base, inclui contexto institucional, nível de governo e estimando | Seção 10.1 |
| Intervalo de predição | Faixa em que se espera o efeito verdadeiro de um novo estudo semelhante; resume a dispersão dos efeitos e é interpretado com cinco estudos ou mais (Deeks et al. 2024) | Seção 8.2 |
| Invariantes do fluxograma | Somas que as contagens PRISMA precisam satisfazer (triados = excluídos na triagem + buscados; avaliados = buscados − não recuperados; avaliados = excluídos no texto completo + incluídos) | Seção 5.5 |
| Joint display | Quadro que junta resultados quantitativos e qualitativos para produzir inferências que nenhum dos dois daria sozinho, registrando confirmação, expansão ou discordância (Fetters et al. 2013) | Seção 9.3 |
| κ de Cohen | Concordância entre dois codificadores corrigida pelo acaso (Cohen 1960); depende da prevalência e do viés entre codificadores e não deve ser relatado sozinho | Seção 5.4 |
| Ledger | Registro de identificadores, decisões por revisor com critério e trecho, e contagens derivadas, do qual saem o fluxograma e as auditorias | Seção 5.7; Seção 5.5 |
| Literatura cinzenta | Produção fora dos periódicos comerciais, como teses, relatórios de governo, notas técnicas e working papers; no Brasil, inclui BDTD, Catálogo da CAPES, IPEA, TCU, CGU e Enap | Seção 4.4 |
| Mapa de evidências e lacunas (EGM) | Produto que segue os princípios de uma revisão sistemática com escopo mais amplo e mostra onde há evidência e onde faltam estudos, em geral numa matriz de intervenções por desfechos (White et al. 2020) | Seção 1.1; Seção 11.4 |
| Maryland Scientific Methods Scale (SMS) | Escala de 1 a 5 da capacidade do método e da sua implementação de lidar com o viés de seleção em avaliações de políticas (Madaleno e Waights 2016) | Seção 6.2 |
| Mecanismo | Processo pelo qual a intervenção produz o resultado; na avaliação realista, combina o recurso oferecido e o raciocínio dos atores (Hedström e Ylikoski 2010; Dalkin et al. 2015) | Seção 7.2 |
| MECIR e MECCIR | Padrões metodológicos de condução e relato das revisões da Cochrane (MECIR) e da Campbell (MECCIR, atualizados em 2024) (Higgins et al. 2022; Aloe et al. 2024) | Seção 4.8 |
| Meta-análise | Combinação estatística de estimativas de estudos comparáveis numa média ponderada, com modelo de efeito fixo ou de efeitos aleatórios (Deeks et al. 2024) | Seção 8.1 |
| Meta-etnografia | Síntese interpretativa em sete fases que traduz os conceitos dos estudos uns nos outros (de forma recíproca ou refutacional) até uma linha de argumento (Daker-White et al. 2015; France et al. 2019) | Seção 9.2 |
| Meta-regressão | Regressão dos efeitos dos estudos em características dos estudos para investigar heterogeneidade; observacional e pouco confiável com menos de dez estudos por covariável | Seção 8.1 |
| MMAT | Ferramenta de avaliação de estudos primários qualitativos, quantitativos e mistos; nesta base, usada para estudos mistos (Hong et al. 2018) | Seção 6.3 |
| Moderador | Característica da população, do contexto ou da intervenção que altera a direção ou a magnitude do efeito | Seção 7.2 |
| OQF (O que funciona?) | Proposta metodológica de Schaefer, Borges e Freitas para avaliar políticas públicas por revisão sistemática mista e sequencial, com caixa de ferramentas e recomendações (Schaefer et al. 2025) | Seção 1.1 |
| PABAK | Kappa ajustado para prevalência e viés, relatado junto com κ e a concordância simples (Byrt et al. 1993) | Seção 5.4 |
| PCC | Framework de revisão de escopo: Population, Concept, Context (Peters et al. 2024) | Seção 2.1 |
| PICOC | Framework de pergunta de efeito: população, intervenção, comparação, desfecho (outcome) e contexto; trata dos “efeitos das causas” (Petticrew e Roberts 2006) | Seção 2.1 |
| Portão (G1 a G9) | Ponto do fluxo da skill em que uma validação humana precisa ser aprovada antes da etapa seguinte, da pergunta (G1) ao relato (G9) | Seção D.5 |
| Pré-registro | Registro público do protocolo antes da triagem formal, com declaração da etapa em que a revisão estava; mudanças posteriores entram como emendas (Akker et al. 2023) | Seção 3.3 |
| PRESS | Diretriz para revisão por pares de estratégias de busca eletrônica (McGowan et al. 2016) | Seção 4.2 |
| PRISMA 2020 | Diretriz de relato de revisões sistemáticas com 27 itens e modelos de fluxograma (Page et al. 2021) | Seção 11.6 |
| PRISMA-P | Extensão do PRISMA para protocolos de revisão (Moher et al. 2015) | Seção 3.5 |
| PRISMA-S | Extensão do PRISMA para relato da busca, com 16 itens (Rethlefsen et al. 2021) | Seção 4.8 |
| PRISMA-ScR | Extensão do PRISMA para revisões de escopo (Tricco et al. 2018) | Seção 11.6 |
| PRISMA-trAIce | Lista de itens para relatar o uso de IA em revisões; não é extensão endossada pelo PRISMA e aqui serve só como lista de conferência (Holst et al. 2025; Moher et al. 2026) | Seção 12.2 |
| PROGRESS-Plus | Acrônimo de fatores que estratificam oportunidades e resultados (local de residência, raça/etnia/cultura/idioma, ocupação, gênero/sexo, religião, educação, nível socioeconômico e capital social), mais outras características no “Plus”; usado como lente de equidade (O’Neill et al. 2014) | Seção 2.2 |
| Protocolo | Documento que fixa, antes de ver os estudos, como a revisão vai buscar, selecionar, avaliar, extrair e sintetizar a evidência (Lasserson et al. 2024) | Seção 3.1 |
| QCA (análise qualitativa comparativa) | Método configuracional que identifica combinações de condições suficientes ou necessárias para um resultado, avaliadas por consistência e cobertura (Thomas et al. 2014) | Seção 9.2 |
| RAISE | Recomendações para o uso responsável de IA em síntese de evidências, em três documentos: prática, construção e avaliação de ferramentas, e escolha e uso de ferramentas (Thomas et al. 2026) | Seção 12.2 |
| RAMESES | Padrões de publicação para sínteses realistas (Wong et al. 2013) | Seção 9.6 |
| Recall relativo | Proporção dos estudos-âncora indexados numa base que a estratégia daquela base recupera; substitui a sensibilidade real, que não pode ser calculada | Seção 4.2 |
| REML | Máxima verossimilhança restrita, estimador de τ² adotado como padrão nesta base (Deeks et al. 2024) | Seção 8.1 |
| Revisão de escopo | Revisão que mapeia conceitos, tipos de evidência e lacunas, com pergunta PCC, geralmente sem avaliar risco de viés (Peters et al. 2024; Munn et al. 2018) | Seção 1.1 |
| Revisão guarda-chuva (overview) | Revisão cujas unidades são revisões sistemáticas, com avaliação de qualidade das revisões e controle de sobreposição (Pollock et al. 2024) | Seção 1.1 |
| Revisão rápida | Revisão que simplifica etapas para entregar em prazo curto, relatando os atalhos e seus limites (Garritty et al. 2024) | Seção 1.1 |
| Revisão realista | Síntese orientada por teoria que pergunta o que funciona, para quem, em que circunstâncias e por quê, refinando configurações contexto-mecanismo-desfecho (Pawson et al. 2005) | Seção 9.2 |
| Risco de viés (risk of bias) | Julgamento, por domínio e para um resultado, da chance de que falhas de desenho, condução ou análise distorçam a estimativa; não se confunde com o nível do desenho nem com a qualidade do relato | Seção 6.1 |
| RoB 2 | Ferramenta Cochrane de risco de viés para ensaios randomizados, por domínios (Sterne et al. 2019) | Seção 6.3 |
| ROB-ME | Ferramenta de risco de viés por evidência faltante numa síntese, que combina resultados faltantes dentro dos estudos, estudos faltantes e funil (Page et al. 2024) | Seção 8.2 |
| ROBINS-I V2 | Ferramenta de risco de viés para estudos não randomizados de intervenções (Sterne et al. 2025) | Seção 6.3 |
| ROBIS | Ferramenta de risco de viés de revisões sistemáticas (Whiting et al. 2016) | Seção 6.3 |
| Sensibilidade, especificidade e precisão | Na validação da triagem: proporção dos incluídos humanos que a ferramenta incluiu (sensibilidade ou recall), dos excluídos humanos que ela excluiu (especificidade) e dos incluídos pela ferramenta que eram elegíveis (precisão), com intervalos de Clopper-Pearson (Clopper e Pearson 1934) | Seção 12.5 |
| Síntese temática | Síntese qualitativa em três estágios: codificação linha a linha, temas descritivos e temas analíticos que vão além dos estudos primários (Thomas e Harden 2008) | Seção 9.2 |
| SoF (Summary of findings) | Tabela que resume, por desfecho, magnitude do efeito, número de estudos e participantes, certeza GRADE e explicações (Schünemann et al. 2024) | Seção 10.1 |
| SWiM | Diretriz de relato de síntese sem meta-análise, com nove itens, complementar ao PRISMA (Campbell et al. 2020) | Seção 8.4 |
| Taxa de sucesso | Proporção de testes significativos com o sinal esperado, presente no material didático; é contagem por significância e fica substituída pela contagem por direção | Seção 8.2 |
| Teoria do programa | Modelo causal explícito que liga insumos e atividades da intervenção à cadeia de resultados pretendidos ou observados; o modelo lógico é seu resumo (Rogers 2008) | Seção 2.2 |
| Teste de sinal | Teste binomial exato do número de estudos com efeito na direção benéfica contra a proporção 0,5 (McKenzie e Brennan 2024) | Seção 8.2 |
| Testes combinados (Fisher, Stouffer, Winer, Cooper) | Combinações de valores-p ou estatísticas de teste apresentadas na proposta OQF; nesta base, análise secundária com direção declarada, sem informar magnitude e sem definir rótulos (Figueiredo Filho et al. 2014) | Seção 8.2 |
| TRANSFER | Método que define transferibilidade como o grau em que o contexto da pergunta e o dos estudos diferem em características identificadas a priori, e por isso leva o julgamento para o início da revisão (Munthe-Kaas et al. 2020) | Seção 10.4 |
| Triagem T/A e em texto completo | Seleção em duas fases: leitura de títulos e resumos (T/A) e leitura do texto completo (TC), com critérios versionados e motivo de exclusão registrado | Seção 5.1 |
| WSS (work saved over sampling) | Trabalho de triagem poupado além do que uma amostragem aleatória pouparia com o mesmo recall; costuma ser relatado a 95% de recall (WSS@95) (Cohen et al. 2006) | Seção 12.5 |
Akker, Olmo R. van den, Gjalt-Jorn Ygram Peters, Caitlin J. Bakker, et al. 2023. “Increasing the transparency of systematic reviews: presenting a generalized registration form”. Systematic Reviews 12: 170. https://doi.org/10.1186/s13643-023-02281-7.
Aloe, Ariel M., Omar Dewidar, Emily A. Hennessy, et al. 2024. “Campbell Standards: Modernizing Campbell’s Methodologic Expectations for Campbell Collaboration Intervention Reviews (MECCIR)”. Campbell Systematic Reviews 20 (4): e1445. https://doi.org/10.1002/cl2.1445.
Balshem, Howard, Mark Helfand, Holger J. Schünemann, et al. 2011. “GRADE guidelines: 3. Rating the quality of evidence”. Journal of Clinical Epidemiology 64 (4): 401–6. https://doi.org/10.1016/j.jclinepi.2010.07.015.
Byrt, Ted, Janet Bishop, e John B. Carlin. 1993. “Bias, prevalence and kappa”. Journal of Clinical Epidemiology 46 (5): 423–29. https://doi.org/10.1016/0895-4356(93)90018-V.
Campbell, Mhairi, Joanne E. McKenzie, Amanda Sowden, et al. 2020. “Synthesis without meta-analysis (SWiM) in systematic reviews: reporting guideline”. BMJ 368: l6890. https://doi.org/10.1136/bmj.l6890.
Castro, Caio de Souza, Gabriel Weber Costa, e Lucas Finamor. 2024. Avaliação de Impacto. FGV.
Clopper, C. J., e E. S. Pearson. 1934. “The use of confidence or fiducial limits illustrated in the case of the binomial”. Biometrika 26 (4): 404–13. https://doi.org/10.1093/biomet/26.4.404.
Cohen, Aaron M., William R. Hersh, Kim Peterson, e Po-Yin Yen. 2006. “Reducing Workload in Systematic Review Preparation Using Automated Citation Classification”. Journal of the American Medical Informatics Association 13 (2): 206–19. https://doi.org/10.1197/jamia.M1929.
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Dalkin, Sonia Michelle, Joanne Greenhalgh, Diana Jones, Bill Cunningham, e Monique Lhussier. 2015. “What’s in a mechanism? Development of a key concept in realist evaluation”. Implementation Science 10 (1): 49. https://doi.org/10.1186/s13012-015-0237-x.
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