Apêndice A — Leituras comentadas por etapa

Este apêndice organiza, por etapa da revisão, as leituras aplicadas e os materiais que os capítulos desta parte citam, reunidos a partir do programa de leituras e do repositório OSF do material didático do curso de revisão sistemática do MAPE/IESP-UERJ (Schaefer 2026k). Cada linha diz o que a obra ensina e onde ela é usada. As descrições resumem o uso feito nos capítulos, onde estão as páginas citadas e as ressalvas sobre cada obra. Normas internacionais e fontes externas a esse material ficam fora desta lista e aparecem nas seções “Leituras” dos capítulos.

Os capítulos são indicados pelo nome curto: Tipos, Pergunta, Protocolo, Busca, Triagem, Risco de viés, Decomposição, Síntese quantitativa, Síntese qualitativa, Certeza, Relato e IA.

A.1 Proposta OQF e material didático

Material O que ensina Onde é usado
Schaefer, Borges, e De Freitas (2025) Proposta metodológica “O que funciona?”: as seis dimensões da revisão, PICOC, busca e funil de filtragem, decomposição em três dimensões, análise mista e sequencial e caixa de ferramentas. É a âncora didática; os capítulos mostram onde as normas pedem mais Todos os capítulos
Schaefer, Borges, e Gomes Filho (2025) Aplicação publicada do método à proibição de celulares nas escolas e modelo de artigo no formato OQF. Serve de exemplo trabalhado e, em alguns pontos, de caso de erro (meta-análise contada como estudo, relato incompleto) Tipos; Pergunta; Protocolo; Busca; Triagem; Risco de viés; Síntese quantitativa; Síntese qualitativa; Certeza; Relato
Schaefer (2026k) Programa de leituras por módulo, com avaliação de política “no formato do OQF” Protocolo; Risco de viés; Síntese quantitativa; Certeza; Relato; IA
Schaefer (2026d) Tipos de revisão, escada de abstração, modelos de título e painel OQF com Intervenção, Efeito e Implementação Tipos; Pergunta; Síntese qualitativa; Certeza; Relato
Schaefer (2026e) Protocolo inicial: X, Y, M e Z definidos antes da busca e frameworks de pergunta Pergunta; Protocolo
Schaefer (2026f) Blocos de busca em três idiomas, bases por área, literatura cinzenta e a regra PICOC para “efeitos das causas” e CMMO para “causas dos efeitos” Pergunta; Busca
Schaefer (2026g) Busca exploratória, filtragem, triagem por LLMs e fluxograma no caso REFIS; tipos de estudo aceitos no funil Pergunta; Protocolo; Busca; Triagem; Risco de viés; IA
Schaefer (2026h) Decomposição em dimensões formal, metodológica e substantiva; tipologia a1, a2, b1 e b2; formulários de extração e confiabilidade entre codificadores Triagem; Risco de viés; Decomposição; IA
Schaefer (2026i) Quadro de métodos de síntese qualitativa, testes combinados e taxa de sucesso (exemplo do voto obrigatório) Decomposição; Síntese quantitativa; Síntese qualitativa
Schaefer (2026j) Pipeline em R do caso REFIS: esquema unificado, funil, triagem por IA com kappa, fluxograma e codebook a1/a2/b1/b2. Fonte dos exemplos de erro comum (dicionário sem fronteira de palavra, contagens que não fecham) Pergunta; Busca; Triagem; Risco de viés; Decomposição; Síntese quantitativa; Relato; IA
Schaefer (2026c) Script do protocolo ex ante do REFIS, em sete etapas Protocolo
Schaefer (2026b) Script com PICOC e CMO do REFIS Certeza
Schaefer (2026a) Script de análise do REFIS: descritivos, testes combinados e análise textual, sem meta-análise Protocolo; Síntese quantitativa; Síntese qualitativa; Certeza

A.2 Tipos de revisão e papel das revisões sistemáticas

Leitura O que ensina Onde é usada
Xiao e Watson (2019) Tipologia de revisões por propósito (descrever, testar, estender, criticar) e os passos de uma revisão de literatura sistemática, do planejamento ao relato Tipos; Relato
Dacombe (2018) O que a revisão sistemática acrescenta à ciência política: a unidade de análise são estudos existentes Tipos
Sutton et al. (2019) Famílias de revisões e o que cada tipo exige da busca Tipos
Grant e Booth (2009) Catorze tipos de revisão e o esquema SALSA (busca, avaliação, síntese e análise); lido por meio de Price (2022) Tipos
Petticrew e Roberts (2006) Manual de revisão sistemática nas ciências sociais: quando fazer uma revisão, formulação da pergunta, protocolo, busca de avaliações não experimentais e literatura cinzenta, triagem, hierarquias e apreciação de estudos Tipos; Pergunta; Protocolo; Busca; Triagem; Risco de viés
Haddaway e Pullin (2014) Papel das revisões sistemáticas em políticas e produtos de uma revisão, como os mapas sistemáticos Tipos; Relato
Grizenti (2024) O que uma revisão sistemática é e não é, e sua contribuição para a ciência política brasileira Tipos
Glass (1976) Definição de meta-análise como “análise das análises” Tipos
O’Rourke (2007) História da combinação quantitativa de resultados, dos estudos de inoculação aos experimentos agrícolas Tipos
Kopittke e Ramos (2021) Revisão brasileira sobre programas para reduzir homicídios: efetividade sem meta-análise e nível 3 da Escala de Maryland como critério de inclusão Tipos; Risco de viés
Fisher et al. (2023) Revisão Campbell com meta-análise, protocolo registrado e seção de diferenças entre protocolo e revisão Tipos
Juliano et al. (2023) Revisão de escopo sobre a política de combate à pobreza de Cardoso a Lula; exemplo de tipo e de quadro de extração Tipos; Decomposição
Daker-White et al. (2015) Meta-síntese por meta-etnografia, com o valor dos achados refutacionais Tipos; Síntese qualitativa
Schaefer et al. (2019) Revisão sobre WhatsApp e eleições; quadro de extração usado como exemplo no material didático Tipos; Decomposição

A.3 Pergunta, teoria do programa e desenho de políticas

Leitura O que ensina Onde é usada
Rogers (2008) Teoria do programa para aspectos complicados e complexos de intervenções: quando simplificar e quando detalhar a cadeia causal Pergunta
Córdoba-Vieira et al. (2023) Revisão integrativa sobre teoria da mudança em políticas públicas: componentes, construção participativa e limites Pergunta
Pawson et al. (2005) Revisão realista: intervenções como teorias, efeitos não intencionais em cada elo, teorias rivais e conclusão como refinamento da teoria Pergunta; Síntese qualitativa; Certeza
Lassance (2021) Definições operacionais de política e de programa, usadas para delimitar a intervenção Pergunta
Aguiar et al. (2025) Guia de desenho de políticas: causalidade do problema, causa crítica, coerência e modelo lógico Pergunta
Lima e Souza (2025) Guia CLEAR de monitoramento e avaliação: teoria da mudança, riscos e hipóteses, falhas de teoria e de implementação Pergunta
Lima et al. (2022) Coerência, consistência e congruência aplicadas a políticas municipais Pergunta
Pires e Gomide (2016) Arranjos institucionais e capacidades estatais como condições de resultado de programas federais Pergunta
Campbell et al. (2024) Revisão de escopo sobre proibir celulares nas escolas: revisão prévia do caso de referência e comparação entre registro e artigo Pergunta; Protocolo; Busca

A.4 Protocolo e busca

Leitura O que ensina Onde é usada
Carrera-Rivera et al. (2022) Guia rápido de revisão com lista de conferência de planejamento; usado com ressalvas, porque admite critérios que excluem literatura cinzenta e textos inacessíveis Protocolo
Whitehead e Maude (2016) Introdução operacional à busca: palavras-chave, truncamento, filtros e registro Busca
Lycarião et al. (2025) Evidência de que a produção lusófona é pouco visível nas bases mais usadas; argumento para incluir fontes brasileiras Busca
Aguiar et al. (2023) Revisão sobre desenho de políticas feita com uma base, um idioma e um termo; caso para discutir limitações de estratégia Busca
Eck e Waltman (2010) VOSviewer para mapas de coocorrência e cocitação, como apoio exploratório Busca
Aria e Cuccurullo (2017) Pacote bibliometrix, que faz análises bibliométricas semelhantes no R Busca
Arruda et al. (2022) VOSviewer e bibliometrix como ferramentas de bibliometria exploratória Busca

A.5 Seleção e qualidade dos estudos

Leitura O que ensina Onde é usada
Thomas et al. (2003) Revisão do EPPI-Centre sobre alimentação saudável de crianças: critérios de exclusão numerados, fluxo de relatos e estudos que fecha, apreciação por tipo de estudo com uso em sensibilidade e matriz que integra visões e ensaios Triagem; Risco de viés; Síntese qualitativa
Madaleno e Waights (2016) Guia de pontuação da Escala de Maryland, com critérios e exemplos por método Risco de viés
Nutley et al. (2013) O que conta como boa evidência e críticas às hierarquias de evidência Risco de viés
Daly et al. (2007) Hierarquia de evidência para pesquisa qualitativa Risco de viés
García e Saavedra (2017) Meta-análise de transferências condicionais: qualidade avaliada em dupla e usada em sensibilidade e meta-regressão, variância robusta e moderadores guiados por teoria Risco de viés; Síntese quantitativa

A.6 Decomposição: desenhos, mecanismos e efeitos

Leitura O que ensina Onde é usada
Keele (2015) Inferência causal a partir das hipóteses de identificação; referência da proposta OQF para classificar a estratégia Decomposição
Castro et al. (2024) Manual CLEAR de avaliação de impacto: hipóteses de identificação e estimando de cada desenho Decomposição
Hedström e Ylikoski (2010) O que é um mecanismo causal nas ciências sociais e por que não se reduz a uma variável interveniente Decomposição
Kaidesoja (2021) Três conceitos de mecanismo, com pressupostos incompatíveis, que convém não misturar Decomposição
Dalkin et al. (2015) Mecanismo na avaliação realista, separado em recurso e raciocínio Decomposição; Síntese qualitativa
Cintron et al. (2022) Como estudos de políticas sociais estimam e relatam efeitos heterogêneos Decomposição
Zidar (2017) Efeitos de cortes de impostos por grupo de renda; exemplo de subgrupo que vira linha de extração Decomposição
Gerring et al. (2022) Extração por análise (estudo, desfecho e indicador) numa revisão sobre efeitos da democracia sem meta-análise tradicional Decomposição; Síntese quantitativa
Cancela e Geys (2016) Meta-análise de comparecimento eleitoral por “testes”: taxa de sucesso e o peso extra de estudos com muitos modelos Decomposição; Síntese quantitativa
Bia et al. (2026) Protocolo JBI para evidência textual sobre políticas de instituições de longa permanência Decomposição
Brydges (2019) Referências empíricas de tamanho de efeito de um campo, em lugar das convenções genéricas de Cohen Decomposição; Síntese quantitativa

A.7 Síntese quantitativa

Leitura O que ensina Onde é usada
Figueiredo Filho et al. (2014) Introdução à meta-análise para cientistas políticos e fórmulas dos testes combinados usados na proposta OQF Síntese quantitativa
Glass e Smith (1979) Meta-análise sobre tamanho de turma com várias comparações por estudo; caso antigo do problema de dependência, resolvido deixando de lado intervalos e testes Síntese quantitativa
Vaessen et al. (2014) Revisão Campbell sobre microcrédito: comparabilidade, separação por desenho, efeito sintético e funil com contornos Síntese quantitativa
Harrer et al. (2021) Guia prático de meta-análise em R: modelos, heterogeneidade, viés de publicação e variância robusta Decomposição; Síntese quantitativa
Slough e Tyson (2023) Validade externa e meta-análise: estudos só miram o mesmo alvo quando harmonizados em contraste e mensuração Síntese quantitativa; Certeza

A.8 Síntese qualitativa e integração

Leitura O que ensina Onde é usada
Dixon-Woods et al. (2006) Tensões ao incorporar pesquisa qualitativa em revisões; síntese agregativa e interpretativa Síntese qualitativa
Thomas e Harden (2008) Passo a passo da síntese temática Síntese qualitativa
Kahwati et al. (2016) QCA dentro de uma revisão sistemática de intervenção complexa e os problemas de calibração Síntese qualitativa; Certeza
El Sherif et al. (2024) Guia introdutório de QCA como síntese em revisões de métodos mistos Síntese qualitativa
Small (2011) Desenhos mistos sequenciais e concorrentes, e a diferença entre misturar coleta e misturar análise Síntese qualitativa
Sampaio e Paula (2024) Manual em português de técnicas qualitativas em ciência política, com análise de conteúdo e QCA Síntese qualitativa
Santos et al. (2019) Revisão sobre Bolsa Família e indicadores educacionais: síntese tabular e relato de estimativas Síntese qualitativa; Relato
Fonseca et al. (2023) Revisão integrativa sobre burocracia de nível de rua na pandemia, com leitura dedutiva por categorias analíticas Síntese qualitativa

A.9 Certeza, uso da evidência e divulgação

Leitura O que ensina Onde é usada
Barreto e Lewin (2019) Uso de evidência qualitativa e de GRADE-CERQual para decisões no Brasil e na América Latina Certeza
Bilotta et al. (2014) Revisões sistemáticas em política ambiental; exemplo de confusão entre avaliação de estudos e GRADE Certeza
Gough e Tripney (2016) Revisões sistemáticas feitas para informar políticas Certeza
Lavis (2009) Como apoiar o uso de revisões por decisores: arranjos sensíveis ao contexto, mensagens-chave e produtos derivados Certeza; Relato
Koga et al. (2020) Uso de evidências pela burocracia federal brasileira, inclusive o uso simbólico Certeza
Faria (2022) Crítica ao movimento de políticas públicas baseadas em evidências Certeza
Corduneanu-Huci et al. (2021) Experimentos aleatorizados são mais prováveis em jurisdições politicamente competitivas, o que limita a transferibilidade Certeza
Hjort et al. (2021) Experimento com 2.150 municípios brasileiros sobre como a pesquisa afeta a política: prefeitos valorizam amostras maiores, mas não distinguem onde o estudo foi feito Certeza; Relato
Toma e Bell (2024) Formuladores ficam mais sensíveis ao impacto com comparações lado a lado e métrica única Certeza; Relato
Mehmood et al. (2024) Experimento em que o treinamento em inferência causal aumentou a demanda de formuladores paquistaneses por evidência causal Relato
Costa (2021) Síntese de Evidências CLEAR nº 11, molde de síntese para decisores distribuído no material didático Relato
Chalmers e Fox (2016) Como aumentar a incidência e a influência de revisões sistemáticas em políticas, com resultados novos apresentados no contexto de revisões atualizadas Relato
Andrade e Pereira (2020) Tradução do conhecimento na saúde pública brasileira: difusão, disseminação e métodos ativos Relato
Andrade et al. (2024) Sínteses de evidências sob demanda no Ministério da Saúde durante a pandemia, com perguntas cocriadas e versões atualizadas Relato

A.10 Leituras do programa não usadas nesta parte

As leituras abaixo estão no programa de leituras, mas nenhum capítulo desta parte se apoia nelas: Klenowski et al. (2010), Peters (2025), Gustafsson e Hagström (2018), Al Noman et al. (2024), Ludwig et al. (2011), Jin et al. (2024), Hunter e Sugiyama (2014), Twist et al. (2023), Bamberger (2012), Batista e Domingos (2017), Sousa et al. (2019), Vieira et al. (2020), Silva (2022), Baron (2018) e Faria (2005).

Aguiar, Rafael Barbosa de, Luciana Leite Lima, e Júlia Gabriele Lima da Rosa. 2025. Desenho de políticas públicas: guia prático. 1º ed. Jacarta.
Aguiar, Rafael Barbosa de, Fabiano Jorge Soares, e Luciana Leite Lima. 2023. “Mapeando a pesquisa de desenho de políticas públicas: uma revisão sistemática da literatura”. Cadernos Gestão Pública e Cidadania 28: e85619. https://doi.org/10.12660/cgpc.v28.85619.
Al Noman, Abdullah, Onusree Sarkar, Tanzia Mohsin Mita, Khadiza Siddika, e Fahmida Afrose. 2024. “Simplifying the concept of level of evidence in lay language for all aspects of learners: in brief review”. Intelligent Pharmacy 2 (2): 270–73. https://doi.org/10.1016/j.ipha.2023.11.002.
Andrade, Keitty Regina Cordeiro de, Viviane Karoline da Silva Carvalho, Roberta Borges Silva, et al. 2024. “Sínteses de evidências para apoio à tomada de decisões relacionadas à pandemia de COVID-19”. Revista de Saúde Pública 58: 16. https://doi.org/10.11606/s1518-8787.2024058005226.
Andrade, Keitty Regina Cordeiro de, e Maurício Gomes Pereira. 2020. “Tradução do conhecimento na realidade da saúde pública brasileira”. Revista de Saúde Pública 54: 72. https://doi.org/10.11606/s1518-8787.2020054002073.
Aria, Massimo, e Corrado Cuccurullo. 2017. “bibliometrix: an R-tool for comprehensive science mapping analysis”. Journal of Informetrics 11 (4): 959–75. https://doi.org/10.1016/j.joi.2017.08.007.
Arruda, Humberto, Edison Renato Silva, Marcus Lessa, Domício Proença Jr., e Roberto Bartholo. 2022. “VOSviewer and bibliometrix”. Journal of the Medical Library Association 110 (3): 392–95. https://doi.org/10.5195/jmla.2022.1434.
Bamberger, Michael. 2012. Introduction to mixed methods in impact evaluation. Impact Evaluation Notes N. 3. InterAction; The Rockefeller Foundation.
Baron, Jon. 2018. “A brief history of evidence-based policy”. The Annals of the American Academy of Political and Social Science 678 (1): 40–50. https://doi.org/10.1177/0002716218763128.
Barreto, Jorge Otávio Maia, e Simon Lewin. 2019. “Uso da evidência qualitativa para informar decisões no Brasil e na região da América Latina”. BIS. Boletim do Instituto de Saúde 20 (2): 23–36. https://doi.org/10.52753/bis.2019.v20.34469.
Batista, Mariana, e Amanda Domingos. 2017. “Mais que boas intenções: técnicas quantitativas e qualitativas na avaliação de impacto de políticas públicas”. Revista Brasileira de Ciências Sociais 32 (94): e329414. https://doi.org/10.17666/329414/2017.
Bia, Florbela, Matheus Kirton dos Anjos, Zaida Charepe, e Cristina Marques-Vieira. 2026. “Health policies in long-term care facilities for older adults: a systematic review of textual evidence”. MethodsX 16: 103798. https://doi.org/10.1016/j.mex.2026.103798.
Bilotta, Gary S., Alice M. Milner, e Ian Boyd. 2014. “On the use of systematic reviews to inform environmental policies”. Environmental Science & Policy 42: 67–77. https://doi.org/10.1016/j.envsci.2014.05.010.
Brydges, Christopher R. 2019. “Effect size guidelines, sample size calculations, and statistical power in gerontology”. Innovation in Aging 3 (4): igz036. https://doi.org/10.1093/geroni/igz036.
Campbell, Marilyn, Elizabeth J. Edwards, Donna Pennell, et al. 2024. “Evidence for and against banning mobile phones in schools: a scoping review”. Journal of Psychologists and Counsellors in Schools 34 (3): 242–65. https://doi.org/10.1177/20556365241270394.
Cancela, João, e Benny Geys. 2016. “Explaining voter turnout: A meta-analysis of national and subnational elections”. Electoral Studies 42: 264–75. https://doi.org/10.1016/j.electstud.2016.03.005.
Carrera-Rivera, Angela, William Ochoa, Felix Larrinaga, e Ganix Lasa. 2022. “How-to conduct a systematic literature review: a quick guide for computer science research”. MethodsX 9: 101895. https://doi.org/10.1016/j.mex.2022.101895.
Castro, Caio de Souza, Gabriel Weber Costa, e Lucas Finamor. 2024. Avaliação de Impacto. FGV.
Chalmers, Iain, e Daniel M. Fox. 2016. “Increasing the Incidence and Influence of Systematic Reviews on Health Policy and Practice”. American Journal of Public Health 106 (1): 11–13. https://doi.org/10.2105/AJPH.2015.302915.
Cintron, Dakota W., Nancy E. Adler, Laura M. Gottlieb, et al. 2022. “Heterogeneous treatment effects in social policy studies: an assessment of contemporary articles in the health and social sciences”. Annals of Epidemiology 70: 79–88. https://doi.org/10.1016/j.annepidem.2022.04.009.
Córdoba-Vieira, Julia Elena, Mayra Antonelli-Ponti, Fabiana Maris Versuti, Luiz Guilherme Dácar da Silva Scorzafave, e Daniel Domingues dos Santos. 2023. “Teoria da mudança e políticas públicas: uma revisão integrativa”. Estudos em Avaliação Educacional 34: e10019. https://doi.org/10.18222/eae.v34.10019.
Corduneanu-Huci, Cristina, Michael T. Dorsch, e Paul Maarek. 2021. “The politics of experimentation: Political competition and randomized controlled trials”. Journal of Comparative Economics 49 (1): 1–21. https://doi.org/10.1016/j.jce.2020.09.002.
Costa, Gabriel Weber. 2021. Programas de promoção à higiene em escolas e o absenteísmo escolar: evidências de países em desenvolvimento. Síntese de Evidências Clear N. 11. Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados para a África Lusófona e o Brasil (FGV EESP Clear). https://www.fgvclear.org.
Dacombe, Rod. 2018. “Systematic reviews in political science: what can the approach contribute to political research?” Political Studies Review 16 (2): 148–57. https://doi.org/10.1177/1478929916680641.
Daker-White, Gavin, Rebecca Hays, Jennifer McSharry, et al. 2015. “Blame the patient, blame the doctor or blame the system? A meta-synthesis of qualitative studies of patient safety in primary care”. PLoS One 10 (8): e0128329. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0128329.
Dalkin, Sonia Michelle, Joanne Greenhalgh, Diana Jones, Bill Cunningham, e Monique Lhussier. 2015. “What’s in a mechanism? Development of a key concept in realist evaluation”. Implementation Science 10 (1): 49. https://doi.org/10.1186/s13012-015-0237-x.
Daly, Jeanne, Karen Willis, Rhonda Small, et al. 2007. “A hierarchy of evidence for assessing qualitative health research”. Journal of Clinical Epidemiology 60 (1): 43–49. https://doi.org/10.1016/j.jclinepi.2006.03.014.
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El Sherif, Reem, Pierre Pluye, Quan Nha Hong, e Benoît Rihoux. 2024. “Using qualitative comparative analysis as a mixed methods synthesis in systematic mixed studies reviews: guidance and a worked example”. Research Synthesis Methods 15 (3): 450–65. https://doi.org/10.1002/jrsm.1698.
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Figueiredo Filho, Dalson Britto, Ranulfo Paranhos, José Alexandre da Silva Júnior, Enivaldo Carvalho da Rocha, e Dáfni Priscila Alves. 2014. “O que é, para que serve e como se faz uma meta-análise?” Teoria e Pesquisa: Revista de Ciência Política 23 (2): 205–28. https://doi.org/10.4322/tp.2014.018.
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Grizenti, Eduardo. 2024. “Revisão sistemática: o que não é, para que serve, como fazer e sua contribuição para a Ciência Política”. Revista Prelúdios 12: e120082407.
Gustafsson, Karl, e Linus Hagström. 2018. “What is the point? Teaching graduate students how to construct political science research puzzles”. European Political Science 17 (4): 634–48. https://doi.org/10.1057/s41304-017-0130-y.
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