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Ciência política computacional · Rio de Janeiro

Felipe Lamarca

Cientista de dados e cientista social. Trabalho com eleições, Congresso e opinião pública no Brasil, quase sempre em R e Python.

agora
Mestrando em Ciência Política · IESP-UERJ
dissertação
Estimação de preferências no Congresso brasileiro
trabalho
Cientista de dados · AtlasIntel
labs
MAPE · DOXA · NECON

Fig. 1 — Cada ponto é uma das 5.570 sedes municipais do Brasil. A cor indica o comparecimento no 1º turno das eleições gerais de 2022, em cinco grupos de mesmo tamanho (quintis). Somando todos os municípios, o comparecimento foi de 79,2%.

  • 59,4%–75,0%: 1.124 municípios
  • 75,0%–77,8%: 1.108 municípios
  • 77,8%–80,2%: 1.123 municípios
  • 80,2%–82,8%: 1.110 municípios
  • 82,8%–91,2%: 1.105 municípios

Fonte: TSE; IBGE

Projetos em destaque

O site do mapa-da-ciencia: os artigos do piloto desenhados como um céu de tópicos

2026

mapa-da-ciencia

Observatório da literatura científica com modelos de linguagem locais: sobre o que se escreve, como se pesquisa e onde se produz. Os modelos rodam no seu computador, via Ollama, e nenhum texto sai da sua máquina.

BibTeX

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O site de dados do mape_municipios

2025 · MAPE · IESP-UERJ

mape_municipios

Um dos mais completos bancos de dados sobre os municípios brasileiros, organizado em 17 dimensões temáticas e documentado como pacote R. Feito em parceria com pesquisadores do MAPE, com quem construo e mantenho a base e sua interface pública.

Grafo de parentescos do DHBB

2026 · FGV CPDOC · financiamento CAPES

DHBB-Parentescos

Quem é parente de quem na política brasileira. Modelos de linguagem leem os verbetes do Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro (DHBB) e registram cada laço de família que eles afirmam, e cada ligação da rede traz o trecho do verbete de onde saiu.

Todos os projetos

2026

Dissertação de mestrado

Estimação de preferências no Congresso brasileiro.

Dissertação de mestrado em andamento no IESP-UERJ. Orientador: Fernando Meireles.

2026

Working paper

Quantos votos meu partido vai fazer? Um tutorial de validação preditiva com dados abertos (2016-2024).

Trabalho conjunto com Tomás Paixão Borges (IESP-UERJ).

A ser apresentado no 50º Encontro Anual da ANPOCS.

Resumo

No Brasil, a modelagem estatística é usada no campo de Ciências Sociais quase exclusivamente para explicar fenômenos, raramente para prevê-los. A difusão de técnicas de machine learning, porém, vem dissolvendo a fronteira entre estudos preditivos e causais: a predição serve de benchmark para teorias, revela onde os modelos falham e disciplina o uso da informação disponível. Tendo isto em vista, este manuscrito parte de duas questões. A primeira é substantiva: é possível prever, com boa acurácia, o desempenho eleitoral dos partidos nas eleições proporcionais para vereador usando apenas informação disponível antes do pleito? A segunda é metodológica: como se conduz, na prática, um exercício preditivo rigoroso, dos dados brutos à validação dos resultados? Respondemos com um tutorial reprodutível aplicado aos 92 municípios fluminenses em três eleições (2016, 2020 e 2024), em expansão para o conjunto dos municípios brasileiros.

2026

Working paper

Da gaveta ao plenário: os caminhos da aprovação de pautas na Câmara dos Deputados.

Trabalho conjunto com Lucas Calabró Berti (IESP-UERJ).

Apresentado no Encontro da ABCP 2026.

Resumo

Este trabalho analisa os determinantes da aprovação de pautas na Câmara dos Deputados, com foco em fatores políticos e institucionais que condicionam o sucesso das proposições. A literatura sobre estudos legislativos e presidencialismo destaca como variáveis relevantes organização interna do Legislativo, pork barrel, disciplina partidária, acesso à informação, patronagem e tamanho e coesão da coalizão. Partindo desse debate, o trabalho investiga em que medida esses elementos afetam a probabilidade de aprovação das pautas ao longo do processo decisório. Metodologicamente, o estudo combina análise quantitativa de proposições legislativas e votações nominais com indicadores de coordenação partidária e características institucionais do processo legislativo. Ao articular a literatura de estudos legislativos com a de presidencialismo, argumentamos que a atuação da Câmara Baixa não pode ser compreendida a partir de uma única teoria de organização, mas sim a partir de uma combinação destas.

Toda a pesquisa

Novidades

RSS
  1. set–out 2026

    “Quantos votos meu partido vai fazer?”, trabalho conjunto com Tomás Paixão Borges, será apresentado no 50º Encontro Anual da ANPOCS (SPG 31 — Metodologia e Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais). Mais

  2. set 2026

    Lancei o mapa-da-ciencia 1.0, observatório da literatura científica com modelos de linguagem locais. O piloto mapeia 4.275 artigos de ciência política do SciELO Brasil, de 2010 a 2025. Mais

  3. set 2026

    Publiquei um texto para discussão do DOXA sobre como a população do estado do Rio de Janeiro se informa sobre política, com o pacote de replicação. Mais

  4. ago 2026

    Ministrei um minicurso sobre agentes de IA para pesquisa em ciências sociais (uma introdução ao Claude Code) na Formação Metodológica do MAPE, IESP-UERJ. Mais

  5. ago 2026

    “Da gaveta ao plenário”, trabalho conjunto com Lucas Calabró Berti, foi apresentado no XV Encontro da ABCP, em Belém. Mais

  6. mai–jun 2026

    Ministrei minicursos sobre agentes de IA na pesquisa acadêmica no LABIIA e no CERES (IESP-UERJ). Mais

  7. 2026

    Selecionado para a bolsa FAPERJ Nota 10 por desempenho no primeiro ano do Mestrado no IESP-UERJ.

  8. 2026

    O RelicárIA ficou em 3º lugar (2nd Runner Up) na categoria Best DH Tool or Suite of Tools do DH Awards 2025. Mais

Sobre

Felipe Lamarca

Sou cientista de dados formado pela Escola de Matemática Aplicada (FGV EMAp) e cientista social formado pela Escola de Ciências Sociais (FGV CPDOC). Atualmente, curso o Mestrado em Ciência Política no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ).

Trabalho como cientista de dados na AtlasIntel e faço pesquisa em três laboratórios: o Laboratório de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas e Eleições (MAPE), o Laboratório de Estudos Eleitorais, de Comunicação Política e Opinião Pública (DOXA) e o Núcleo de Estudos sobre o Congresso (NECON).

Meus interesses de pesquisa incluem comportamento político, políticas públicas e a aplicação de técnicas de ciência de dados à pesquisa em ciências sociais. Isso abrange o uso de aprendizado de máquina, aprendizado profundo, inferência causal e métodos de survey para investigar fenômenos políticos.

  • Comportamento legislativo
  • Métodos computacionais
  • Comportamento político
  • Pesquisa de survey
  • Inferência causal

E-mail: felipe.lamarca@hotmail.com

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