mapa-da-ciencia
Observatório da literatura científica com modelos de linguagem locais: sobre o que se escreve, como se pesquisa e onde se produz. Os modelos rodam no seu computador, via Ollama, e nenhum texto sai da sua máquina.
Ciência política computacional · Rio de Janeiro
Cientista de dados e cientista social. Trabalho com eleições, Congresso e opinião pública no Brasil, quase sempre em R e Python.
— Cada ponto é uma das 5.570 sedes municipais do Brasil. A cor indica o comparecimento no 1º turno das eleições gerais de 2022, em cinco grupos de mesmo tamanho (quintis). Somando todos os municípios, o comparecimento foi de 79,2%.
Observatório da literatura científica com modelos de linguagem locais: sobre o que se escreve, como se pesquisa e onde se produz. Os modelos rodam no seu computador, via Ollama, e nenhum texto sai da sua máquina.
DH Awards 2025 – 2nd Runner Up (3º lugar), Best DH Tool or Suite of Tools
Plataforma que combina IA e análise de dados para extrair e visualizar informações de documentos históricos.
Um dos mais completos bancos de dados sobre os municípios brasileiros, organizado em 17 dimensões temáticas e documentado como pacote R. Feito em parceria com pesquisadores do MAPE, com quem construo e mantenho a base e sua interface pública.
Quem é parente de quem na política brasileira. Modelos de linguagem leem os verbetes do Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro (DHBB) e registram cada laço de família que eles afirmam, e cada ligação da rede traz o trecho do verbete de onde saiu.
Dissertação de mestrado
Dissertação de mestrado em andamento no IESP-UERJ. Orientador: Fernando Meireles.
Working paper
Trabalho conjunto com Tomás Paixão Borges (IESP-UERJ).
A ser apresentado no 50º Encontro Anual da ANPOCS.
No Brasil, a modelagem estatística é usada no campo de Ciências Sociais quase exclusivamente para explicar fenômenos, raramente para prevê-los. A difusão de técnicas de machine learning, porém, vem dissolvendo a fronteira entre estudos preditivos e causais: a predição serve de benchmark para teorias, revela onde os modelos falham e disciplina o uso da informação disponível. Tendo isto em vista, este manuscrito parte de duas questões. A primeira é substantiva: é possível prever, com boa acurácia, o desempenho eleitoral dos partidos nas eleições proporcionais para vereador usando apenas informação disponível antes do pleito? A segunda é metodológica: como se conduz, na prática, um exercício preditivo rigoroso, dos dados brutos à validação dos resultados? Respondemos com um tutorial reprodutível aplicado aos 92 municípios fluminenses em três eleições (2016, 2020 e 2024), em expansão para o conjunto dos municípios brasileiros.
Working paper
Trabalho conjunto com Lucas Calabró Berti (IESP-UERJ).
Apresentado no Encontro da ABCP 2026.
Este trabalho analisa os determinantes da aprovação de pautas na Câmara dos Deputados, com foco em fatores políticos e institucionais que condicionam o sucesso das proposições. A literatura sobre estudos legislativos e presidencialismo destaca como variáveis relevantes organização interna do Legislativo, pork barrel, disciplina partidária, acesso à informação, patronagem e tamanho e coesão da coalizão. Partindo desse debate, o trabalho investiga em que medida esses elementos afetam a probabilidade de aprovação das pautas ao longo do processo decisório. Metodologicamente, o estudo combina análise quantitativa de proposições legislativas e votações nominais com indicadores de coordenação partidária e características institucionais do processo legislativo. Ao articular a literatura de estudos legislativos com a de presidencialismo, argumentamos que a atuação da Câmara Baixa não pode ser compreendida a partir de uma única teoria de organização, mas sim a partir de uma combinação destas.
“Quantos votos meu partido vai fazer?”, trabalho conjunto com Tomás Paixão Borges, será apresentado no 50º Encontro Anual da ANPOCS (SPG 31 — Metodologia e Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais). Mais
Lancei o mapa-da-ciencia 1.0, observatório da literatura científica com modelos de linguagem locais. O piloto mapeia 4.275 artigos de ciência política do SciELO Brasil, de 2010 a 2025. Mais
Publiquei um texto para discussão do DOXA sobre como a população do estado do Rio de Janeiro se informa sobre política, com o pacote de replicação. Mais
Ministrei um minicurso sobre agentes de IA para pesquisa em ciências sociais (uma introdução ao Claude Code) na Formação Metodológica do MAPE, IESP-UERJ. Mais
“Da gaveta ao plenário”, trabalho conjunto com Lucas Calabró Berti, foi apresentado no XV Encontro da ABCP, em Belém. Mais
Ministrei minicursos sobre agentes de IA na pesquisa acadêmica no LABIIA e no CERES (IESP-UERJ). Mais
Selecionado para a bolsa FAPERJ Nota 10 por desempenho no primeiro ano do Mestrado no IESP-UERJ.
O RelicárIA ficou em 3º lugar (2nd Runner Up) na categoria Best DH Tool or Suite of Tools do DH Awards 2025. Mais
Sou cientista de dados formado pela Escola de Matemática Aplicada (FGV EMAp) e cientista social formado pela Escola de Ciências Sociais (FGV CPDOC). Atualmente, curso o Mestrado em Ciência Política no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ).
Trabalho como cientista de dados na AtlasIntel e faço pesquisa em três laboratórios: o Laboratório de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas e Eleições (MAPE), o Laboratório de Estudos Eleitorais, de Comunicação Política e Opinião Pública (DOXA) e o Núcleo de Estudos sobre o Congresso (NECON).
Meus interesses de pesquisa incluem comportamento político, políticas públicas e a aplicação de técnicas de ciência de dados à pesquisa em ciências sociais. Isso abrange o uso de aprendizado de máquina, aprendizado profundo, inferência causal e métodos de survey para investigar fenômenos políticos.
E-mail: felipe.lamarca@hotmail.com